quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Marcadores de livros das Princesas do "Frozen" para imprimir


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terça-feira, 28 de novembro de 2017

Aí está uma boa razão para oferecer livros às crianças neste Natal


George, who played with a dangerous toy, and suffered a catastrophe of considerable dimensions



When George's Grandmamma was told
That George had been as good as Gold,
She promised in the Afternoon
To buy him an Immense BALLOON.

And so she did; but when it came,
It got into the candle flame,
And being of a dangerous sort
Exploded with a loud report!
The Lights went out! The Windows Broke!
The Room was filled with reeking smoke,
And in the darkness shrieks and yells
Were mingled with Electric Bells,
And falling masonry and groans,
And crunching, as of broken bones,
And dreadful shrieks, when, worst of all,
The House itself began to fall!
It tottered, shuddering to and fro,
Then crashed into the street below -
Which happened to be Saville Row.

When Help arrived, among the Dead
Were Cousin Mary, Little Fred,
The Footmen (both of them), the Groom,
The man that cleaned the Billiard-Room,
The Chaplain, and the Still-Room Maid.
And I am dreadfully afraid
That Monsieur Champignon, the Chef,
Will now be permanently deaf -
And both his Aides are much the same;
While George, who was in part to blame,
Received, you will regret to hear,
A nasty lump behind the ear.

Moral 

The moral is that little Boys
Should not be given dangerous Toys. 

Hilaire Belloc

Fonte: Bruaá

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Um poema delicioso sobre a preguiça e o não fazer nada, de Álvaro Magalhães

 


Fala a preguiça


Eu gosto tanto, tanto ,tanto
de estar quieta, muito parada,
de fazer nada, coisa nenhuma,
e de fazer isso, que é não fazer
e de não estar, não ir, também.
Eu cá faço nada e todos
me dizem que faço isso muito bem.

Faço arroz de nada, pudim de nada
(que não é nada, está-se mesmo a ver)
e é tudo muito bom, delicioso,
só por não ser preciso fazer.

Eu faço nada, sou um nadador,
mas não daqueles que nadam mesmo,
O que é cansativo, tão maçador;
é que nadar, cá para mim,
tem um defeito insuportável:
aquele erre que está no fim .

E não digam que não faço nada
porque eu faço isso o mais que posso
e se não faço mais é porque mesmo nada
fazê-lo muito é uma maçada.
Não quero ir. Ainda é cedo.
Que pressa é essa? Não pode ser!
Deixem-me estar porque eu hoje tenho
bastante nada para fazer.


Álvaro Magalhães, O Brincador

segunda-feira, 13 de novembro de 2017

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